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Mathematics Teacher's Specialized Knowledge (MTSK)

Os professores Dr. José Carrillo, da Universidad de Huelva (Espanha) e o Dr. Carlos Miguel da Silva Ribeiro, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), participaram de uma mesa redonda, mediada pelo coordenador Dr. Adilson Dalben, que tratou sobre o uso do modelo MTSK na produção de tarefas com foco no conhecimento especializado e interpretativo do professor que ensina matemática.

O evento foi realizado no Salão Promocional do CAT Vila Leopoldina para os Analistas Técnicos Educacionais do SESI-SP, alunos da graduação, pós-graduação professores e coordenadores da Faculdade.

Eduardo Schemes

Oficina Escrita Criativa

A equipe do Canal Futura realizou o III Módulo do Curso de Produção Audiovisual, para professores da educação básica da rede SESI e alunos da Faculdade.

O workshop teve como objetivo estimular os participantes a desenvolverem a escrita de forma criativa, tendo como foco a produção e análise de roteiros, estímulos diversos e exercícios, num jogo entre ideias e criatividade.

Ministrada pelos professores Débora Garcia, Daniela Dias e André Libonatti.

Making of: https://www.facebook.com/faculdadesesisp/videos/1413697758763299/

"Point da Ciência – Tecnologias para o Professor em Formação"

Alunos do 1º ano dos cursos de Linguagens e Ciências Humanas acompanhados do professor Hugo Nunes

Por Wagner Moreira– Professor de Ciências da Natureza

No mês de outubro, os alunos Gustavo Severo e Luanna Pereira, ambos do curso de Ciências da Natureza, apresentaram o trabalho "Point da Ciência – Tecnologias para o Professor em Formação" na III Mostra Científica e Cultural do IFSP - Instituto Federal de São Paulo.

A mostra aconteceu no Campus Suzano, uma iniciativa dos docentes juntamente com as respectivas coordenadorias de curso. Teve como objetivo divulgar os resultados dos trabalhos desenvolvidos tanto por pesquisadores quanto pela comunidade externa, visando a aproximação entre a pesquisa e os setores produtivos. Este é um evento de cunho cultural, científico e tecnológico de natureza multidisciplinar que congrega as principais áreas de conhecimento. Dessa forma, conta com a participação da comunidade interna e externa por meio de apresentação de seus trabalhos, estando aberta a estudantes do ensino fundamental, médio, técnico e superior, de diferentes instituições.

Além da divulgação dos trabalhos realizados pela comunidade, são oferecidos minicursos, visitas monitoradas aos laboratórios, exposição de experimentos químicos, Show da Química e Física, apresentações culturais diversas, como dança, teatro e sarau. Uma grande oportunidade para troca de experiências, cientificas e culturais.

BIBLIOTECA

Invasão Cultural

O projeto consistiu na elaboração de uma atividade cultural desenvolvida pelos Residentes da Biblioteca, que realizaram uma contação de história aparada por recursos cênicos. A encenação dramatizada da história “Na corte do Rei Leão”, que é uma das fábulas de Esopo – escritor da Grécia antiga, encantou as crianças presentes.

A intervenção artística aconteceu nos dias 22, 23 e 29 de outubro para os estudantes dos primeiros e segundos anos do Ensino Fundamental I - Sesi Vila Leopoldina, visando a integração entre a escola e a Faculdade.

Livros Novos

No último mês a Biblioteca adquiriu aproximadamente 200 livros, venham conferir as novidades!

Números Totais de Outubro:

560

Visitantes

285

Empréstimos

BIBLIOTECA

Mais Emprestados de Outubro:

1º. MORIN, Edgar, 1921-; CARVALHO, Edgar de Assis (Revisor). Os sete saberes necessários a educação do futuro. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2012.

Classificação: 370.11 M85s

Total de empréstimos: 20


2º. BOBBIO, Norberto.Liberalismo e democracia. 6.ed. São Paulo: Brasiliense, 2013.

Classificação: 320.51 B637L

Total de empréstimos: 18


3º. MIZUKAMI, Maria da Graca Nicoletti; FAUSTINI, Loyde Amalia. Ensino:. as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 2013.

Classificação: 370.15 M679e

Total de empréstimos: 15


4º. Ina Elias de; GOMES, Paulo Cesar da Costa; CORREA, Roberto Lobato.Geografia: .conceitos e temas. 15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012.

Classificação: 371.3 L574a

Total de empréstimos: 12


5º.LEMOV, Doug; MELLO, Giomar Namo de; LOUZANO, Paula.Aula nota 10:40 técnicas para ser um professor campeão de audiência. São Paulo: Da Boa Prosa, 2011.

Classificação: 547 C273q

Total de empréstimos: 10


6º. CASTRO, Ina Elias de; GOMES, Paulo Cesar da Costa; CORREA, Roberto Lobato. Geografia: conceitos e temas. 15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.

Classificação: 910 G298 15

Total de empréstimos: 8

RESENHAS

Professores em formação como game designers:
uma exploração de Fake News

Por Bianca Rigamonti - Professora de Linguagens

Um dos maiores desafios contemporâneos na formação inicial de professores é abarcar temas que contribuam para que os professores em formação lidem com as atuais demandas, especialmente no tocante às tecnologias de informação e comunicação. Na Faculdade a grade curricular é pensada de modo a contemplar tal desafio por meio de experiências como as que partilharemos a seguir. O trabalho ocorreu entre março e junho de 2018 no curso de Linguagens, com os estudantes do primeiro semestre na Unidade Curricular Estudo e Pesquisa em Língua Inglesa.

Ao longo das aulas, duas questões pareciam cada vez mais relevantes para os estudantes: a dificuldade em diferenciar notícias falsas de verdadeiras e a seleção de materiais de pesquisa e aprendizagem que fossem significativos tanto para os professores em formação, quanto para seus futuros estudantes no contexto das novas mídias digitais.

Sob a ótica da Aprendizagem Baseada em Problemas (RIBEIRO, 2008) e tendo identificado a questão das Fake News como uma questão relevante para a investigação discente, encaminhamos uma sequência didática propiciando que os estudantes explorassem um jogo sobre desinformação para, em seguida, analisarem tal jogo conforme o que Gee chama de “princípios da boa aprendizagem” (GEE 2003; 2005). E, finalmente, transformarem essas aprendizagens em conjunção com suas experiências na Residência Educacional em jogos digitais para o ensino de inglês. Você pode conferir o trabalho dos estudantes nos blogs coletivos nos links:http://eplia.blogspot.com e https://eplibb.blogspot.com

As avaliações que os estudantes fizeram do projeto apontam para a importância da temática. Abaixo algumas das respostas fornecidas pelos estudantes quando questionados qual dos temas havia mais contribuído para sua formação docente:

“Fake news, pois me mostrou que realmente existem notícias falsas e que precisamos prestar atenção para não pisarmos na bola, na hora de pesquisar sobre o assunto de uma aula que vou dar por exemplo”.
João Vitor R. Vasconcelos

“Fake news, games e learning, porque aprendi como reconhecer fake news e sobre os jogos, comecei a avaliar minhas posturas em sala e fazer os trabalhos de uma maneira mais dinâmica”.
Julia Martinez Pérez da Costa

“Jogos”, porque é algo divertido e como professora posso explorar isso em todas as áreas e em todas as idades”.
Vitória Domenico

“Game design for education por ser um desafio criar um jogos além de desenvolvermos ideias de como usá-los e a tecnologia como instrumento no ensino de sala da aula”.
Cristiane Ferreira da Silva

“Fake news!!!!! O jeito que o tema precisa ser abordado com o aluno desde pequeno até adulto me fez refletir sobre como as pessoas ao meu redor caem o tempo todo nelas”.
Beatriz Dias

REFERÊNCIAS:

GEE, James Paul. What video games have to teach us about learning and literacy. Computers in Entertainment (CIE), v. 1, n. 1, p. 20-20, 2003.

GEE, James Paul. Bons video games e boa aprendizagem. Perspectiva, v. 27, n. 1, p. 167-178, 2009.

RIBEIRO, Luis Roberto de Camargo. Aprendizagem baseada em problemas (PBL): uma experiência no ensino superior. 2008.

Conceitos das Geometrias não Euclidianas
Atividade experimental

Por Ubiratan Barros Arrais - Professor de Matemática

Nossa aula começou quando propus a seguinte questão aos alunos: "Um caçador sai de um dado ponto da Terra e caminha 10.000 km no sentido sul, caminha mais 5.000 km no sentido oeste e por fim caminha 10.000 km no sentido norte, chegando assim ao ponto de partida. Lá, após essa viagem, encontrou um urso. Qual era a cor do urso?”.

Os alunos inconformados com a questão diziam que isso era impossível. De fato, se considerássemos o nosso planeta como um plano. Até eles perceberem que o espaço que estávamos considerando não era plano, e sim curvo. Uma esfera. O ponto de partida e de chegada seria o Polo Norte.

O caçador desceu para o sul 10.000 km em direção a um determinado meridiano, caminhou 5.000 km a oeste seguindo um paralelo, e por fim, percorreu os últimos 10.000 km por outro meridiano chegando ao ponto de partida que só podia ser o Polo Norte, pois só nesse polo temos urso e que por acaso sua cor é branca.

Assim iniciamos nossas experimentações. Construímos sobre as esferas de isopor transferidores esféricos que nos permitiram localizar através de coordenadas geográficas algumas cidades do mundo e calculamos a distância entre elas.

VOZ DOS ALUNOS

Apresentando os principais tipos de amostragem

Por Daniel Bulhões - aluno de Matemática, revisado pelo professor Eder Alencar

Antes de realizar uma pesquisa amostral, é essencial definir o público-alvo. A coleta da amostra é extremamente importante e para isso deve-se escolher o tipo de amostragem, pois é com base nele que estarão apoiados os pressupostos estatísticos.

O tipo mais comum é a amostragem aleatória simples, caracterizada pela realização de sorteio, onde todos têm a mesma chance de serem contemplados. Porém, devido à extensão do Brasil, procurar pelos sorteados demandaria custo e tempo.

Outro tipo de amostragem utilizada é a aleatória estratificada por cotas. Este tipo separa o público-alvo em grupos menores. Por exemplo, se em determinada cidade a população feminina é de 60% e a masculina é de 40%, tenta-se reproduzir esse universo, ouvindo a mesma proporção de mulheres e homens. Contudo, alguns especialistas acreditam que o método afeta a aleatoriedade.

Nas dimensões do nosso país, acaba-se usando um terceiro tipo: amostragem sistemática. Nesse tipo, escolhe-se um local onde pode-se encontrar o público alvo, sorteia-se o primeiro entrevistado e entrevista-se sistematicamente pessoas em intervalos pré-determinados até atingir o tamanho da amostra.

Tamanho de Amostra

Por Igor Oliveira– aluno de Matemática, revisado pelo professor Eder Alencar

Seja a população um conjunto de pessoas, também designado como público alvo, que compartilham de alguma característica em comum, como por exemplo, votar em um candidato à presidência, a amostra é um subconjunto de indivíduos extraídos dessa população.

Após a escolha do tipo de amostragem, discorrido no texto “Apresentando os principais tipos de amostragem” de Daniel Bulhões, e da definição do público-alvo, o próximo passo é calcular o tamanho da amostra.

Suponha que o tamanho da amostra possa ser classificado em três tipos: pequena, ideal (mínimo necessário para conclusões estatísticas) ou grande. Na pequena, há alta probabilidade dela não representar a população e levar a conclusões não confiáveis. Na grande, pode acarretar no desperdício de tempo e custo elevado.

Para obter o tamanho ideal, garantindo sob as suposições estatísticas o menor custo, representatividade da população e confiabilidade nas conclusões, as fórmulas usuais levam em conta a confiabilidade desejada na conclusão, o erro amostral (diferença máxima permissível entre o valor obtido na amostra e o verdadeiro valor populacional) e o desvio padrão populacional (grau de dispersão dos dados).

As duas primeiras informações são definidas previamente pelos responsáveis. Por exemplo: durante as eleições, os jornais divulgaram que as pesquisas eleitorais utilizaram uma confiabilidade de 95% e erro amostral de 2 pontos percentuais. Já o desvio padrão, caso seja desconhecido, deverá ser estimado por meio de uma amostra piloto da população. Essas fórmulas podem ser obtidas em diversos livros de estatística, inclusive nos exemplares disponíveis na biblioteca da Faculdade SESI-SP de Educação.

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